sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Escondo segredos de mim, me segurando diante do meu íntimo infinito. O pensar me mata a cada dia, repleta e vazia, me sinto uma jarra de vidro, que pode ser quebrada a qualquer momento, e que de uma certa forma até gostaria, que de fato, isso ocorresse. Elevo os meus desejos ao máximo, sinto uma falta de compreensão que me consome. Começo a refletir que eu possa gostar disso, que um ponto na minha imensidão, sinta prazer com a busca nunca alcançada, com a palavra nunca dita, com a existência jamais decifrada.

Um comentário:

Israel (Peace) disse...

e se você alcançar, o que fará depois ?

jamaaaiis me revelareiii...
"eu ando de passos leves pra nao acordar o dia....sou da noite a companheira mais fiel que ela queria"